Mulher é estuprada após descer de ônibus na Dutra na Grande SP
Mulher é estuprada ao retornar do trabalho perto da Dutra em Arujá Uma mulher de 30 anos foi estuprada na noite desta quarta-feira (4) ao voltar do trabalho e...
Mulher é estuprada ao retornar do trabalho perto da Dutra em Arujá Uma mulher de 30 anos foi estuprada na noite desta quarta-feira (4) ao voltar do trabalho em Arujá, na Grande São Paulo. O crime ocorreu por volta das 23h, depois que ela desceu de um ônibus na altura da rodovia Presidente Dutra. A vítima foi abordada por um homem, que a arrastou por cerca de 10 metros para uma área de mata às margens da rodovia, no bairro Jardim Via Dutra, onde cometeu o estupro. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp O local por onde a vítima precisa passar para chegar em casa é um trecho com mato alto, sem iluminação e sem policiamento. Segundo a família, casos de estupro são recorrentes na região. A prima da vítima, que prefere não se identificar, contou que a mulher trabalha há cinco meses no turno da noite em uma distribuidora em Guarulhos. O trajeto a pé do ponto de ônibus até sua casa dura cerca de cinco minutos. Ela explicou que a família costuma buscá-la dependendo do ponto onde o motorista para. "Tem dias que o motorista do ônibus deixa ela no ponto que fica próximo à passarela, que é mais longe. Nesse dia, ela liga pra gente e vamos buscá-la", relata. No dia do crime, porém, o ônibus parou em um ponto mais próximo do acesso ao bairro. Por isso, a vítima não pediu ajuda para fazer o trajeto. "Ontem [quarta-feira] eu não consegui buscar e foi quando aconteceu. Todos os dias, ela chega no mesmo horário. Ela vem sempre com uma colega de trabalho, só que essa colega de trabalho voltou pra casa mais cedo e ela [vítima] ficou no serviço até o horário normal”. O local por onde a vítima passa para chegar ao bairro, possui mato alto, não tem iluminação e nem segurança. Casos de estupro são recorrentes na região. Foi por uma ligação que a prima soube do ataque. Ela conta que atendeu o telefone e ouviu a vítima dizer "não, não, moço!", o que a fez perceber imediatamente que a parente estava sendo atacada. A Prefeitura de Arujá informou que a vítima deu entrada na unidade de saúde com relato de violência sexual e foi acolhida pela equipe multiprofissional. Também foram adotadas todas as medidas previstas em norma, incluindo avaliação clínica, apoio psicossocial e os encaminhamentos necessários (confira a nota completa abaixo). Questionado pelo g1, a assessoria de imprensa da concessionária CCR, que administra a rodovia Presidente Dutra, informou que vai enviar uma nota nesta sexta-feira (6). A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Civil investiga um estupro ocorrido na tarde de quinta-feira (5), na Rodovia Presidente Dutra, em Arujá. "A vítima compareceu à delegacia da cidade e relatou sobre o ocorrido. As diligências estão em andamento para identificar o autor do crime e esclarecer os fatos. Detalhes serão preservados por se tratar de crime sexual." O caso foi registrado como estupro na Delegacia da Mulher (DDM) de Arujá. A Secretaria Municipal de Segurança informou que a GCM aumentou o policiamento preventivo na área. "Não há registros oficiais de outros casos, até o momento, mas a GCM está atenta e a Polícia Civil investigando o caso." Leia também Número de homicídios cresce 35% no Alto Tietê entre 2024 e 2025, aponta SSP Nota na íntegra da Prefeitura de Arujá "A paciente deu entrada na unidade de saúde com relato de violência sexual. Diante da situação, foi acolhida pela equipe multiprofissional, com atendimento humanizado e sigiloso, conforme os protocolos assistenciais vigentes. Foram adotadas todas as medidas previstas em norma, incluindo avaliação clínica, apoio psicossocial e os encaminhamentos necessários. A paciente foi referenciada para o serviço especializado Pérola Byington, unidade de referência para o atendimento integral a pessoas em situação de violência sexual. A instituição reforça seu compromisso com o cuidado ético, o respeito à dignidade da pessoa atendida e a proteção de seus direitos, ressaltando que informações adicionais não podem ser divulgadas em respeito ao sigilo e à privacidade da paciente." Leia mais Canalização do córrego dos Corvos pode reduzir alagamentos em César de Sousa, diz prefeitura Mulher salta de carro para escapar de agressão do ex-marido em Ferraz de Vasconcelos Caso foi registrado na delegacia em Arujá Polícia Militar/Divulgação Veja tudo sobre o Alto Tietê